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Telecurso 2000: O orientador de aprendizagem nas telessalas

Leila Silva de Souza*

Resumo

Este artigo tem como proposta fazer um estudo sobre o Telecurso 2000, um modelo de educação à distância aplicado através das tecnologias audiovisuais. Partir primeiramente de sua história, contar o seu surgimento, e o que é o telecurso, deixando claro os seus aspectos gerais. E a partir do pressuposto que o mundo vivencia mudanças constantes nas suas relações, a educação também vivencia isso, e esse modelo de educação a distância comprova essas transformações. Diante disto irei trazer uma reflexão sobre a metodologia utilizada nesta forma de ensino, já que esta difere do modelo tradicional aplicado ao longo desses anos. Verificar como o trabalho do orientador de aprendizagem é definido, e as suas interferências no ensino dos jovens e adultos que freqüentam as telessalas.

Palavras Chaves: Telcurso 2000, Orientador de aprendizagem, Teleaulas, Telessalas

Introdução

As mudanças na sociedade de hoje acontecem de forma muito rápida, e para acompanhá-las é preciso estar aberto para aprender o novo. Neste sentido a educação também deve se preparar para isto, e o Telecurso 2000 é uma proposta pioneira de educação à distância, que possui como diferença nas suas aulas, uma metodologia que utiliza tecnologias audiovisuais (televisão e vídeo) no ensino. Os recursos humanos também estão presentes nas telessalas, e trabalham diretamente com os alunos são os orientadores de aprendizagem, com a função de mediador do processo de ensino-aprendizagem entre o aluno e os produtos midiáticos. E este será o foco principal no desdobramento do texto, a relação do monitor, ou orientador de aprendizagem, com o processo educacional.

O início

O Telecurso surge na década de 70, em janeiro de 1978, quando a Fundação Roberto Marinho firma um acordo com a Fundação Padre Anchieta, que era quem mantinha na época a TV Cultura de São Paulo, para a realização do primeiro Telecurso de 2° grau no Brasil. Esta forma de educação a distância é pioneira, obtendo sucesso, com grande audiência, entre 1978 a 1981, segundo Mattarelli (S/D). Com este programa dá-se inicio a uma nova linguagem educacional em forma televisiva, já que a mesma é o meio de comunicação que consegue atingir a maioria da população. Ampliando-se, em 1981 inicia o Telecurso de 1° grau, destinado ao público da últimas quatro séries que hoje corresponde ao ensino fundamental. Até então o telecurso só contemplava o 2° grau. O êxito deste programa fez com que no ano seguinte a Fundação Bradesco1 e a Fundação Roberto Marinho2 se unissem, com intuito de realizar um aperfeiçoamento do primeiro Telecurso destinado ao atual ensino médio. Foram realizadas pesquisas e avaliações por instituições especializadas, como por exemplo, a Fundação Carlos Chagas, atestando a validade da proposta. Assim, após alguns anos, juntamente com a Federação das Industrias de São Paulo (FIESP), a Fundação Roberto Marinho estabelece parceria e desenvolve em 1994 o Telecurso 2000, considerado o modelo mais inovador e ousado do telecurso, de acordo com Mattarelli (S/D).

Definição

Telecurso 2000 é um sistema de educação a distância no Brasil, tanto no que refere-se à educação básica quanto à educação profissional, na modalidade de jovens e adultos, por meio da televisão e/ou vídeo. A dinâmica das aulas é em torno dos vídeos apresentados na sala de aula, quando acontece nas telessalas, utilizando este recurso midiático como uma nova proposta para o ensino, transformando a aula em roteiros para televisão. De acordo com o Manual do orientador de aprendizagem (apud Wendorff, S/D;2) a proposta esta direcionada à formação para o mundo do trabalho, por meio da educação a distância, com o uso de multímeios (TV, vídeo, material impresso).
O Telecurso 2000 é trasmitido por meio de canais abertos ou fechados, exemplo disto é a TV Globo, Canal Futura, TVE, entre outras. Existem as telessalas em todo Brasil, que são organizadas por instituições de todos os níveis elas são equipadas com aparelho de vídeo, com materiais didáticos que são: livros, vídeos e materiais de apoio, sendo esta uma outra forma de ter este curso à distância. Desta forma a participação pode acontecer individualmente, assistindo as teleaulas em qualquer lugar, até em casa, sem o acompanhamento de um monitor, totalmente livre, de acordo com a necessidade de cada pessoa. Qualquer instituição privada ou pública pode oferecer esse método, sendo necessária a freqüência no local e horário estipulado, assim como ocorre em qualquer educação formal.
As telessalas são espaços para a reprodução das teleaulas, por meio das fitas VHS de vídeo. Além destas, existe a presença do orientador de aprendizagem, que possui a função de mediar os conhecimentos transmitidos pelas teleaulas, para os alunos ele é o responsável em complementar as aulas e orientar o caminho que as aulas irão seguir. Normalmente apresenta-se o vídeo para a turma, com o tema da aula e a explanação do assunto, e por fim as atividades, como forma de avaliar a aprendizagem. Sendo que essa ordem pode ocorrer de forma inversa, dependendo do monitor, que pode primeiro partir dos conhecimentos prévios do aluno, para em seguida reproduzir o vídeo e dar continuidade à aula.
Os cursos são divididos em fases, cada uma com a duração média de seis meses, válidos tanto para o ensino básico, quanto para o profissionalizante. As tele aulas têm duração de 15 minutos, divididas em introdução, desenvolvimento e revisão. Desejando obter a certificação, o aluno pode, como foi dito, freqüentar uma telessala instalada em qualquer lugar do Brasil, ou prestar exames supletivos oficiais, caso assista as aulas em qualquer lugar. Desta maneira, pode-se reduzir o período de estudos, no 1° grau para um ano e três meses, e o 2° grau com um ano e meio Para resumir o conceito e características do Telecurso 2000, Claro (2004; 7) traz de forma bem sistematizada como sendo:
“O Telecurso é um método de transmissão dos conteúdos curriculares de ensino fundamental e médio, via oferta televisiva, por meio de teleaulas que ditam o ritmo do curso, com programas sistematizados, onde os conteúdos estão organizados em etapas dentro de um processo pedagógico pré-definido”.
Mesmo sendo considerada uma proposta inovadora, percebe-se com a citação acima que o mesmo possui características fortíssimas do modelo de educação tradicional. Com a ressalva da utilização de um meio tecnológico na educação, o mesmo é tido como um mero transmissor do conhecimento, os processos estão estabelecidos em um currículo de forma sistematizada, fragmentada e estática. Isso vai de contra ao que é pregado em seus fundamentos pedagógicos referente ao que seja educação, “atividade de formação humana e de cidadania”, contemplando apenas o que diz respeito à conclusão dos estudos no nível de ensino fundamental e médio, ou em nível profissionalizante.


Escrito por Leila às 15h04
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O Monitor

Ao pensar neste modelo de educação à distância, alguma reflexões surgiram referente ao assunto, e um ponto em destaque trata-se do monitor das aulas nas telessalas. É o que tentarei desenvolver ao longo do texto baseando em bibliografias lidas, e no relato de duas alunas do Telecurso 2000, que cursam o nível médio, no que eles consideram de 2° fase.
Atualmente se sabe que para um professor lecionar em qualquer disciplina, primeiramente é necessário uma graduação do tipo licenciatura naquela área, ou, em alguns casos, temos professores formados em cursos de Bacharelado na área, ou numa área próxima, que exercem também a função. No caso do Telecurso 2000, o monitor pode ter formação acadêmica, mas o seu trabalho não será delimitado a apenas uma área do saber, atuará em todas as áreas. O monitor trabalha como mediador em todas as disciplinas, independentemente da área em que se especializou.
Diante disto, os questionamentos referem-se ao papel do monitor, e a sua formação. Um tema que nos remete à necessidade, ou não, de uma capacitação deste profissional para atuar na educação. Também a forma de ensino adotada pelo Telecurso 2000, de ser semipresencial através de telessalas, onde o monitor ou orientador como é designado pela proposta, possui a função de mediar o conhecimento transmitido pelas teleaulas. Sendo então o mediador do conhecimento, ele precisa estar qualificado para isso, a fim de promover o que CLARO 2004; 8) define como sendo as telessalas e o papel do orientador
“A Telessala é um espaço destinado a recepção das teleaulas e nele, além dos multimeios, é oferecido ao estudante o auxílio de um Orientador de Aprendizagem, que exerce o papel de mediador entre a produção videográfica, alunos e conteúdos. O Orientador é o responsável por preencher possíveis lacunas da oferta televisiva e estabelecer dinâmicas comunicativas que promovam a interação e a produção de sentidos, ele cria condições de diálogo e reflexão para desencadear a aprendizagem”.
De acordo com uma entrevista dada por Mattarelli (S/D), o orientador da aprendizagem não possui a mesma função de um professor “convencional”. Diz o autor que nas telessalas o orientador de aprendizagem deve ser muito mais um animador, um organizador de oportunidades individuais e coletivas do que um transmissor de conteúdos. Também, que o orientador possui papel de professor, à medida que ajuda os alunos a aprender com as suas intervenções, sem jamais dar-lhes as respostas prontas.
O autor não tem como fazer este de tipo de afirmação, este pode ser um desejo do mesmo em idealizar um modelo de perfeição. A dimensão existente no Brasil de telessalas faz com que não haja uma forma de controlar a prática dos orientadores de aprendizagem, e os mesmos, diante dos seus conhecimentos, e da região onde estão localizados, irão desenvolver sua prática de acordo com o que acreditam ser o correto, até porque a formação que tiveram para desempenhar esta função não contempla todos os aspectos dessa complexa atividade.
Essas idéias superariam a prática de um professor que trabalha de forma tradicional, mas levanto uma questão: que contribuição uma pessoa pode dar para o desenvolvimento do ensino-aprendizagem se ele for um mero animador? Com isto, não digo que o educador deva ser um transmissor do conhecimento, e que apenas ele é o senhor da verdade, mas que, para que ocorra o desenvolvimento desses jovens e adultos em nível educacional para o mundo do trabalho e para vida, o responsável em auxiliar essas teleaulas deve ter competências e conhecimentos básicos sobre as áreas do saber, para poder interferir nas aulas e promover a construção do conhecimento.
Mattarelli (S/D) fala sobre qual a formação necessária e as exigências para um orientador de aprendizagem. A propósito da formação exige-se que esta seja superior, no entanto, em algumas situações especificas, profissionais que concluíram o ensino médio capacitado adequadamente na metodologia do telecurso trabalham como orientador. A seleção dos orientadores é feita pelas instituições usuárias do Telecurso, de acordo com normas estabelecidas pela Fundação Roberto Marinho, sendo essencial o domínio e o conhecimento dos fundamentos e diretrizes do Telecurso 2000. Este trabalho não é voluntariado, há uma remuneração de acordo com a média praticada no país.
Através desse depoimento percebe-se que não existe uma preocupação em ampliar os conhecimentos dos alunos, no sentido de uma criticidade, de uma reconstrução do conhecimento, por que as aulas limitam-se sempre ao conteúdo explorado nas teleaulas, por mais que o monitor seja um problematizador nas aulas, tente envolver os alunos com a sua realidade, já que as propostas das gravações dizem ser baseadas na realidade do trabalho. Essas discussões serão limitadas em alguns ou vários momentos, devido ao orientador não possuir subsídios para o desenrolar dessas discussões, por causa da sua formação mais generalizada. Eles não possuem conhecimentos específicos que permitam uma ampla abordagem, até porque todos os conteúdos trabalhados, inclusive atividades em classe, fazem parte do programa e chegam prontas.
Neste caso, a exigência de uma capacitação profissional é meramente uma questão burocrática, apenas a necessidade de uma certificação para atender as exigências estabelecidas, que em algumas situações possuem exceções. Esse formato de orientador demonstra o modelo de sociedade capitalista atual, que necessita de profissionais flexíveis, polivalentes, preparados para qualquer demanda, superando a fragmentação dos conhecimentos, diferentemente do que é aplicado para os trabalhadores jovens e adultos que se servem do telecurso, porque eles têm um ensino fragmentado, e estático, apesar das teleaulas enfatizarem que o trabalhador deve ser polivalente.
A fragmentação é comprovada até na organização dos semestres, pois os mesmos trabalham com disciplinas especificas. Não existe nenhuma autonomia por parte do monitor, pois ele utiliza um plano traçado para todo o semestre, que deve ser seguido à risca. Considerando isso, pode-se dizer que o ensino ocorre de maneira tradicional, com a diferença da utilização do recurso midiático. E ainda de forma fechada, já que o plano de aula não é passível de mudanças. O orientador tem que cumprir a carga horária, e o cronograma, para a conclusão do curso no tempo indicado.
Percebe-se aí uma contradição, ao mesmo tempo que o telecurso propõe uma maneira diferenciada de educação, utilizando-se de um meio de comunicação de massa, faz também o uso de uma metodologia “convencional”, com um monitor para acompanhar esse processo nas telessalas.
A respeito disto, as duas alunas do ensino médio, cursando a mesma fase, possuem pontos de vista diferentes. A primeira chama-se Marizete, tem 55 anos, e acredita ser possível aprender com as teleaulas, principalmente com as interferências da orientadora, que ela chama de professora. Percebe-se que na visão da aluna a orientadora é uma professora, demonstrando que nesse modelo de educação à distância o perfil do professor se configura no papel da monitora.
Já a segunda aluna chama-se Daiane, tem 24 anos e diz aprender mais com as teleaulas do que com a monitora. Esta acha que as teleaulas explicam o assunto de forma bastante clara, e detalhada o que faz com que a mesma compreenda o assunto, nem sempre tendo este êxito quando há interferência da mesma orientadora.
Mesmo tendo a mesma monitora, as alunas possuem opiniões diferentes. Enquanto uma diz aprender melhor com o auxílio da orientadora de aprendizagem, a outra, diz aprender melhor com as teleaulas. Essa distinção de opiniões deixa claro que o processo de ensino-aprendizagem é particular para cada pessoa, e que a prática do orientador de aprendizagem também deve ser assim. As pessoas são diferentes e aprendem diferente, então, o monitor deve estar preparado para lidar com as particularidades de cada aluno, com o objetivo de formar cidadãos para a vida.

Escrito por Leila às 15h02
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Conclusão

Com a velocidade das transformações ocorridas no cotidiano, a televisão, assim como as outras tecnologias, podem e devem servir como elementos constituintes para educação. As novas formas de relação da sociedade pedem uma mudança na relação de ensino-aprendizagem, tanto nas escolas, como nos educadores, os quais, assim como a própria sociedade, devem acompanhar esse movimento. E o Telecurso 2000 foi pioneiro nisso, ao enxergar a potencialidade da mídia a serviço da educação.
Apesar dos déficits, o telecurso é uma proposta que consegue abranger um ensino para jovens e adultos em todo o Brasil. Isso é positivo, mas deve-se levar em conta os objetivos propostos pelo telecurso, com intuito de desenvolver um trabalho de qualidade. Nesse sentindo o orientador é uma peça muito importante, pois é ele que irá trabalhar diretamente com os alunos.
Portanto, desenvolver um trabalho de forma que os conhecimentos estejam interligados é muito importante. E para isso deve existir um preparo do educador, para ser capaz de articular os diversos campos do saber. O profissional da área de educação precisa estar qualificado e capacitado para atender esta demanda, e assim desenvolver um trabalhado de qualidade em prol de formar cidadãos educados, para a vida e para o trabalho.





















Escrito por Leila às 14h59
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Bibliografia

WENDORFF, Tatiana da Silva. Ensinando a Ser Trabalhador: Um Estudo das Representações no Telecurso 2000. Disponível em: http://www.anped.org.br/reunioes/27/gt09/t0917.pdf. Acesso em: 10 de junho de 2007.

MATTARELLI, Renato. Telecurso 2000 é "edutainment" por unir educação e diversão. Disponível em: http://www.educacional.com.br/entrevistas/entrevista0017.asp. Acesso em: 10 de junho de 2007

CLARO,Patrícia de Tillio.Sociedade da Informação, demandas educacionais e gestão da comunicação no ensino-aprendizagem: algumas considerações. Disponível em: http://br.monografias.com/trabalhos/sociedade-informacao-tecnologias-gestao-comunicacao/sociedade-informacao-tecnologias-gestao-comunicacao.shtml#_Toc136336434. Acesso em: 10 de junho de 2007

GOMES, Rômulo. Mídia, média e educação. Disponível em: http://canaldaimprensa.com.br/canalant/midia/trint4/midia1.htm. Acesso em: 14 de junho de 2007

Disponível em: http://www.tvcultura.com.br/publicidade/tv_programaplano.asp?mediapgmid=66. Acesso em: 05 de junho de 2007

Disponível em: http://www.telecurso2000.org.br/main.asp?ViewID={25199997-AC07-45EE-A1C1-01D8204DE822}¶ms=itemID={68D665C2-C96D-45B1-A334-4B513EEF8501};&UIPartUID={0B11DCF7-D35E-476B-AB4E-FEA3B7A87A62}. Acesso em: 05 de junho de 2007





Escrito por Leila às 14h58
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Aula 11/06
A aula iniciou que a minha equipe que era de TV video e educação encerrando o seminário que tinha começado na aula anterior. Discutimos bastante com a turma sobre o tema Tv Digital, demos continuidade com os temas que delimitamos para nossa apresentação. Falamos sobre Tv pública e Estatal, claro que isso nos remeteu ao que ocorreu na Venezuela. gostei muito do nosso trabalho, a professora e a turma contribuiram bastante com o desenvolvimento da apresentação, acredito que cumprimos o objetivo desejado, o de trazer questões que pudessem ser debatidas em aula e esclarecidas, depois a equipe de Impressos e Educçao deu continuidade. Trouxeram um pouco da história dos impressos, até a versão que temos hoje, e as formas de impressos na educação. Gostei bastante da história do cordel e da discussão sobre os livros e como são utilizados, antes que esqueça também sobre os jornais impressos e a perspectiva que se tinha em 1996 ou 97 que ele iria acabar e que isso não aconteceu. Foi bem legal.

Escrito por Leila às 16h56
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Aula 21/05
Não houve aula porque no dia seguinte 22/05 iniciava a III Semana de Software Livre, e os trabalhos que foram aprovados e seriam apresentados se organizaram para a apresentação, e também para a participação nas atividades da Semana que foi durante toda a semana.




Escrito por Leila às 16h46
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Aula 02/04
Este dia não pude comparecer a aula devido a problemas no trabalho, o que acarretou a ida ao mesmo no horário da aula. A aula foi disponibilizada para a produção do artigo da III Semana de Software Livre.

Escrito por Leila às 16h41
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Aula 18/06
Hoje cheguei alguns minutos atrasada na aula, ocorreu uma eventualidade, coisa rara de acontecer, mais a tempo de participar do seminário de Internet e Educação. As meninas falavam sobre o Museu do computador, que fica na cidade de São Paulo. Depois partiram para as Políticas Públicas, que foram o PROINFRO E Um computador por aluno (UCA). O PROINFRO é de 1997, seu objetivo era financiar a entrada de tecnologia informacional e das telecomunicações no Ensino Fundamental e Médio, sendo apenas uma ferramenta para educação. Já o UCA ainda não foi implementado, está em processo de construção. O que achei bem interessante sobre está proposta é a forma que a internet funciona, sem fio. Não existe ainda no Brasil, mais funciona através de uma antena no próprio computador, numa rede em que o laptop será emissor e receptor ao mesmo tempo,ou seja, é uma rede horizontal. Ao citar sobre o projeto Identidade Digital que não contempla o uso da internet para educação apenas como uma forma de inclusão digital, a professora citou sobre a não articulação entre os projetos de inclusão digital e do uso da internet na educação. E o fim do encanto da internet, ao falar sobre internet ferramenta ou estruturante, porque ao conhecer a internet apenas como uma ferramenta perde-se o encanto. Na educação a internet deve ser vista como estruturante, foi o que entende e o que a equipe deixou bem claro. Ela potencializa a constituição de redes, a construção de um novo espaço de conhecimento, a interatividade, a troca de conhecimento. Foi bem discutido também a educação a distância, onde apesar do individuo pensar que a educação ocorrerá apenas com o recurso, isso não é verdade, o sujeito não articula-se sozinho. Um ponto do não sucesso dessa modalidade de ensino se dá pela não organização do tempo, mais é claro que a culpa está no sujeito, na organização do seu tempo. Educação não ocorre apenas na presença física, porque presença não é apenas isso, é necessário interação, produção, convívio. Assim como na educação presencial existem vantagens e desvantagens, na educação a distância também existe. Uma das desvantagens que identifiquei como um ponto importante da educação a distância é o fato dos ambientes trabalhados serem fechados, também o fato de não prepararem o aluno a utilizar aquela tecnologia. Foi falado sobre a educação continuada, e um conceito que não sabia de pesquisa na internet, no caso as buscas feitas são coleta de dados , enquanto pesquisa seria a reflexão da busca. O seminário fechou com uma mensagem bem legal através de um vídeo e foi aberto o tempo para o artigo final do semestre. Para mim esses seminários foram um dos melhores trabalhos que aconteceu, contribui muito o meu desenvolvimento, e para mudar a concepção de educação, e o mais importante conseguiu o envolvimento de toda a turma de uma forma ou de outra.

Escrito por Leila às 16h10
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Aula 04/06 "Inicio dos Seminários"
Hoje deu início ao ciclo de seminários da turma. O primeiro tema foi referente a rádio e educação, onde a equipe foi muito feliz na apresentação e na forma de condução da apresentação. Trouxeram conteúdos riquissimos, a apartir de um contexto histórico. Em 1922 ocorreu a primeira transmissão radiofonica no Rio de Janeiro com "O Guarani" de villa Lobos, começou com um viés educativo. Na época produzido pela elite, para elite. O rádio ele traz várias possibilidades como cultura, participação da comunidade, promoção da cidadania. Ela assim como a televisão tem o poder de fazer cultura, produzindo uma nova dinâmica. Da voz aos alunos, produção para que gere uma experiência educacional diferenciada, para romper esse modelo tradicional fragmentado objetivando uma transformação. Temos vários tipos de rádio: Rádio MEC, Escola Brasil,Rádio Escola e outras. Temos também a rádio vinculada as novas tecnologias como a rádio digital, que só modifica o aparelho, a forma de tecnologia utilizada. E a rádio web, que é interativa por emails, modificando a relação de tempo e espaço, ela 'e flexível e de baixo custo, e pode ser produzida por todos, qualquer um pode produzir.
O outro tema a ser apresentado foi tv vídeo e educação, onde sou uma das integrantes da equipe. A estréia da tv no Brasil ocorreu em 1950, no mesmo ano surge a Tv Tupi um ano depois já existe tv em São Paulo e Rio de Janeiro. A partir de 1960 começa a abrangência para outras cidades do Brasil. Foi reproduzido um pequeno vídeo "Muito além do cidadão Kane", onde vemos que a história da televisão se confunde com a história da Rede GLobo, e percebe-se também a influência da mesma na sociedade. Este vídeo foi legal para o debate e reflexão da turma, o que ocorreu com a participação de todos. A manipulação que a mesma exerce sobre o cotidiano, a vida de todos, como sutilmente ela influência a ponto de vender um produto e ao mesmo tempo eleger um presidente. Partimos agora para uma discussão mais fundamentada, através de autores que falam sobre o tema de tv video e educação, vários autores com pontos de vista diferentes. Ao trazer as tecnologias, percebe-se que ela faz parte do nosso cotidiano a ponto de não percebemos que está inserido na nosso dia-a-dia, a televisão é tida muitas vezes como uma companhia, e na educação essas tecnologias audiovisuais são tidas como uma ferramenta complementar, não tendo nenhuma referência nos curriculos das escolas. Muitas vezes são utilizados nas instituições escolares como tapa-buracos, mais devem ser trabalhadas como produção, interpretação. As tecnologias audiovisuais são sedutoras, por isso prendem as pessoas, utilizam-se do sensorial para seduzir e prender atenção das pessoas. É inevitável mais a lógica do mercado requer audiência, então existe a necessidade de aprender a trabalhar com isso pois tanto a escola como os seus agentes precisam acompanhar os novos avanços tecnológicas, para atender a essa nova demanda, ou seja,é necessário aprender esses códigos assim como aprender a ler e escrever. Não cabe mais reproduzir esse modelo tradicional, agora é preciso profissionais capazes, para formação de crianças críticas, seletivas, criativas, desenvolver as competências propostas pelas escolas. Existem propostas de utilização do vídeo como: sensibilização, ilustração, produção e outros. Hoje são vários os tipos de televisão: comercial, educativa e outras. A discussão maior hoje é sobre a tv digital, e também sobre tv pública e estatal, até devido ao que aconteceu na Venezuela. A tv digital no Brasi, sua primeia proposta fala sobre uma interatividade, mais o que é intertividade? ela sendo implantada no Brasil seu primeiro modelo só terá diferença na qualidade da imagem, feita por um conversor (Set up box). O que acho necessário entender tanto sobre rádio e tv é a necessidade de aprender os códigos, e não compreender eles apenas como ferramentas, mas como um apoio a aula ampliando as reflexões, a escola deve ser um espaço de descoberta

Escrito por Leila às 15h36
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Aula de 26/02 "Quando tudo começou"
Este foi o primeiro dia de aula, início do semestre, momento de novas descobertas. Houve a apresentaçao da professora, também a apesentação da turma. Esta parte da nossa apresentação é difícil, apesar de já sabermos que isso irá acontecer falar de nós mesmos não é tarefa fácil. A disciplina de Tecnologia é uma novidade para mim, mesmo tendo um conhecimento básico tenho dificuldades até porque não tenho um grande acesso ao uso de internet. Houve a apresentação dos programa que vamos utilizar durante todo o semestre, e o nosso cadastro também. Tudo é novidade e diferente do que imaginava.

Escrito por Leila às 13h17
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Aula 28/05
Foi uma pena mais não pode participar da 3° semana de software livre na FACED, devido aos meus horários de aula e trabalho que não me permitiram participar. Obtive informações através de conversas com colegas e tentei participar pelo site da semana mais não tive sucesso. Soube que foi muito empolgante a abertura da semana com a palestra de Sergio Amadeu e, principalmente quando fala sobre cidadania e comunicação, onde o mesmo diz que não existe cidadania se não houver o direito a comunicação. Espero que haja outra oportunidade para que possa participar.
Sobre a aula de hoje o que posso falar é que conseguimos discutir sobre o seminário que será na próxima aula, vamos ter bastante trabalho durante esta semana. O seminário terá primeiro uma parte histórica onde falaremos sobr a invenção da tv e o contexto que a mesma surge no Brasil. Traremos alguns autores, com os seus posicionamentos sobre o tema de tv video e educação, também alguns exemplos de como na prática isso pode ser utilizado, baseado também nas políticas públicas do MEC. Alguns temas como educação a distância, e tv digital como discussão, e um tema atual qual a diferença entre tv pública e estatal? para debate com a turma. Sobre o artigo este preciso centrar meu tema que está muito abrangente, para isso será necessário estudar bibliográfias para poder escolher um foco central.


Escrito por Leila às 15h44
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Aula 14/05
O que são comunidades virtuais? São espaços aglomerados de acordo com a sua necessidade, são as novas formas de relacionar-se. De acordo com os interesses é que vai ligar uma pessoa com a outra nos espaços virtuais, a partir de uma ruptura de espaço e tempo ocorre a sociabilidade e interatividade sempre ocorrendo uma aprendizagem, um forma de conhecimento no sentido amplo sempre aprendemos com o outro. Dentro das pesquisas um conceito que surge é o virtualidade, onde o possível esta dentro do real e dentro do atual as possibilidades estão abertas para todas as áreas nada esta dado fixo e permanente o virtual e tudo aquilo que pode ser transformado, virtual é tudo que está em movimento, um espaço que está pronto para que tudo possa acontecer, esse movimento que desloca entre virtual e atual encontra-se a realidade. Tudo que é digital pode ser transformado por isto esta associação ao virtual.
Simulação Digital relação direta entre imagem e objeto estou num processo de representação já se a relação é entre imagem e imaginação é uma simulação. A imagem trás elementos do que conhecemos para construir uma simulação, pois ele pode ser modificado, é uma questão de adequação daquilo que conheço para a realidade, devido a isso as decisões são de escolhas limitadas. Outro tema é o de realidade virtual, onde a colega Verônica consegue no seu blog trazer o conceito a partir de uma pesquisa muito boa. Através de canais, técnicas avançadas você consegue vivenciar o mundo que está no campo virtual. Digital mais um conceito a ser discutido na aula, que trás consigo outro conceito que é o de analógico. Analógico trabalha com grandezas continuas, enquanto o digital trabalha com valores discretos, que são valores pontuais. Digitalizar é pegar amostras, o que irá permitir modificações, acrescentando, excluindo porque são grandezas discretas, não possui uma linearidade, diferente do conceito analógico. Interatividade, existe diferença entre interação e interatividade. Interação é um conceito que vem da ciência, que pode acontecer com dois objetos quaisquer enquanto interatividade vem da comunicação acontece com duas pessoas automaticamente a interação está dentro da interatividade, isso não acontece no sentido inverso. Na interatividade é a participação de todos com todos, são processos horizontais da comunicação, com bidirecionalidade, ou seja, você é emissor e receptor, existe uma participação e uma intervenção. Este é um tema que será também discutido também no seminário de televisão. O último tema discutido foi o de navegação.

Escrito por Leila às 15h45
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Aula 07/05
A aula hoje foi bem produtiva, tive a possibilidade de corrigir o texto do blog que não estava de acordo com as normas da ABNT. Depois houve o estudo das pesquisas da última aula, em que cada pessoa ficou com um tema dentro da Cibercultura, e após a publicação no blog podemos socializar nossas pesquisas e entendimentos. Começamos com o tema "rede", assunto que aparece na maioria dos debates quando nos referimos a tecnologia e comunicação. Se conceitua como sendo uma articulação de elementos de forma não-linear, descentralizada, articulando pontos que estão em lugares diferentes, não necessariamente dentro da tecnologia. Partimos para outro conceito que é o de "Ciberespaço", infraestrutura que vai comandar toda a dinâmica virtual, é o espaço do computador, das redes, dos satélites, espaço onde as informações circulam no espaço virtual. "Cibercultura", cultura é o modo de ser, de viver, de agir. O movimento, a dinâmica, a cultura construída nesses ciberespaço é a cibercultura, forma como nos relacionamos com essas informações, a questão é como faço determinada coisa virtualmente, essa nova forma como vivemos com essas novas tecnologias. "Cibercidade" rompe com o limite de espaço e de tempo, permitindo o exercício da cidadania a partir das cibercidades, tendo disponíveis o serviços, é uma nova reconfiguração dos espaços diante dos avanços tecnológicos. A rede tecnológica, os ciberespaço, é o "espaço rizomático" uma estrutura rizomática é um sistema de multiplicidade, um sistema de formas as mais diversas e ramificadas. "Hipertexto", segundo nossa colega Tânia, sendo uma variedade de textos articulados, deve estar sempre em um processode contrução, diferente do texto no livro que é estanque, uma vez pronto, está encerrado."Multilinearidade" é a não linearidade, são múltiplos caminhos com vários finais. Multivocalidade, inteligência virtual , pude perceber diante de vários conceitos que todos se interligam, diante dessa dinâmica de TIC, num mundo de conexões.

Escrito por Leila às 15h27
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No novo contexto de sociedade contemporânea em que estamos situados novos conceitos surgem ligados as novas tecnologias e as novas concepções de espaço. Nessa perspectiva as cidades também se modificam, reconfigurando os espaços urbanos bem como as práticas sociais desses mesmos espaços, a partir dessas transformações surge o conceito de cibercidade. Diante das novas tecnologias é necessário entendermos primeiramente o significado de cidade, para tentarmos chegar a compreensão dessa nova representação.
Quando falamos em cidade automaticamente fazemos uma representação mental do que seja, e do que signifique. Segundo Patrícia Barros Moraes "a cidade é o produto de um crescimento ao longo do tempo, resultado de um esforço coletivo de organização do homem em sociedade num determinado espaço, respondendo às necessidades de um determinado momento e assim limitando o seu desenvolvimento futuro"(2004:41). Se pensarmos o conceito de cibercidade partindo do conceito de cidades não será possível visualizá-lo, até porque seria algo limitado, não se adequando com as necessidades atuais de estarmos sempre em movimento.
Cibercidade é uma consequência dos avanços ocorridos com as novas tecnologia, e ocorridos também na sociedade. Permitir a democratização das informações, o acesso aos espaços públicos, não se limitando apenas a um espaço físico, mais disponibilizar essas novas ferramentas do mundo globalizado como um mecanismo de participação da população afim de exercer a sua cidadania. Conceição Lopes ainda coloca a cibercidade como um instrumento "... interativo com potencialidades para a prática de cidadania ativa digital a serviço da essência do humano,..." (2004:11), aproveitar a potencialidade oferecida pelas TIC, as conexões permitidas, o fluxo de trocas para a contemplação de uma sinergia entre os meios, tanto no que se refere as pessoas como as informações e as técnicas."Ciber-cidades são construções digitais de cidades reais, na tentativa de aproveitar o potencial das novas tecnologias de comunicação para lutar contra a exclusão social, regenerar o espaço público e promover a apropriação social das novas tecnologias"(LEMOS:S/D), as cibercidades permiti quebrar esse modelo de exclusão, valorizando o contexto social e cultural que estamos inseridos de mudanças, de troca, de conhecer e aceitar as diversas culturas, acabando com a cultura perversa de alienação das pessoas, dessa forma democratizando o conhecimento e conscientizando as pessoas.


Por isso não é possível considerar cidade apenas como um espaço fisico geográfico, até porque seria reduzir esse conceito a forma tradicional que conhecemos, desconsiderando toda forma interativa possibilitada pelas TIC. As relações se modificaram, e um novo modelo de cidade surge,


... a cidade contemporânea é um dos pontos nodais que se interliga a outros pontos (cidades), compondo uma intricada rede global. Esta cidade global já não está em um local especifico e caracteriza-se como um processo nos fluxos globais em transformação através do qual a produção e o consumo de serviços avançados, bem como as sociedades que os desenvolvem, estão conectados em rede. (Schwingel,2004:50)


Com a complexidade de relações vivenciadas atualmente as cidades também se reestruturam para poder atender a nova demanda, se adequando ao contexto de elos, de estarmos em uma rede de informações, onde apenas o espaço físico de forma estanque não permite estas trocas com a mesma velocidade. As transformações ocorridas com as novas tecnologias acontecem de forma muito ágil, e o acumulo de informações também é muito grande, devido a isto as interações acontecem diferentemente da forma tradicional. Seguindo a mesma linha de André Lemos os autores Lídia Oliveira Silva e Jorge Trindade Ferraz de Abreu conceitua as cibercidades ou cidades digitais como sendo:


...a condensação dos fluxos comunicacionais, de modo imaterial... objetivo criar e intensificar os fluxo socioeconômicos suportados pelas redes e serviços telemáticos, criando deste modo um camada imaterial às cidades de betão existentes. Acredita-se que esta camada imaterial será geradora de qualidade de vida dos cidadãos, promovendo o acesso à informação, flexibilizando as trocas econômicas e aproximando os cidadãos do Estado...(2004:62)


Percebe-se que a cibercultura traz novas idéias, novas teorias para se adequar à realidade da atualidade, demonstrando com os recursos tecnológicos as possibilidades de desenvolvimento e crescimento da sociedade. Não no sentido maléfico de perpetuar a desigualdade vigente desde o começo da sociedade, mais permitir o acesso ao conhecimento e aos serviços disponíveis com as TIC para a construção de uma sociedade com cidadãos e não com figurantes, com pessoas ativas. Como tudo na cibercultura a cibercidade irá permitir a inclusão, um modelo de cidade que a sua pratica é baseada no coletivismo e principalmente no exercício da democracia, atendendo de maneira mais adequada a sociedade complexa e em constante movimento que é a atual, e deixando claro que este modelo de cidade digital não acaba com o modelo que temos de cidade espaço físico, mas estabelece uma nova forma de relação diante das novas tecnologias.






Referências
MORAES, Patrícia Barros. Proposta e Desafios nas Cidades Digitais. In: LEMOS, André. Cibercidade: A Cidade na Cibercultura.Rio de Janeiro: E-Papers Serviços Editoriais,2004, pp. 27-41.

LOPES,Conceição.Cibercidae=Cidade?.In: LEMOS, André. Cibercidade: A Cidade na Cibercultura.Rio de Janeiro: E-Papers Serviços Editoriais,2004, pp. 9-18.

LEMOS,André."Ciber-Cidades". Disponível em :http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/lemos/cibercidade.html . Acesso em 23 de abril de 2007.

SCHWINGEL, Carla. Àtomos de Bits em Fluxos: Redes Sociais de Cidades Territoriais e Digitais. In: LEMOS, André. Cibercidade: A Cidade na Cibercultura.Rio de Janeiro: E-Papers Serviços Editoriais,2004, pp. 43-58.

SILVA, Lídia Oliveira. ABREU, Jorge Trindade Ferraz de. Cidades Digitais : O Novo "URBANISMO" Potencial Catalisador da Lusofonia uma História Tropical da Internet. In: LEMOS, André. Cibercidade: A Cidade na Cibercultura.Rio de Janeiro: E-Papers Serviços Editoriais,2004, pp. 59-73.


Escrito por Leila às 17h14
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Aula 16/04/07
A aula hoje teve um espaço para o desenvolvimento dos textos entre as equipes. Após isto fomos ler sobre CIBERCULTURA (estuda as relações sociais e a formação de comunidades em ambientes de rede, que estão sendo ampliadas frente a popularização da Internet e de outras tecnologias que possibilitam a interação entre pessoas. Ela se interessa pela dinâmica política e filosófica dos assuntos vividos por seres humanos em rede bem como na emergência de novas formas de comportamento e expressão), e a partir desta leitura buscar outros conceitos trazidos por ele para trabalharmos na próxima aula.

Escrito por Leila às 16h43
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